O assunto da vez é preservação audiovisual – talvez o mais importante debate a ser proposto no setor. Todos os anos o Brasil lança no mercado de salas de cinema cerca de 70 longas-metragens e um número crescente de curtas. Os mecanismos de incentivo à produção via renúncia fiscal e o cinema digital fizeram proliferar o número de realizadores e de filmes também. Entretanto, a história audiovisual no país vive ameaçada pela assombração da degradação e sumiço dos filmes. É, eles desaparecem mesmo, viram vinagre com o tempo e as condições desfavoráveis do nosso clima, ou do armazenamento inadequado.
No artigo do diretor do CTAv, Gustavo Dahl, que abre o blog do CTAv, está escrito que apenas 7% da produção nacional do período silencioso foi preservada. O que será ne nossas imagens no futuro? Estas que estamos lançando todos os anos nos cinemas, Tvs e outras mídias? Pensar em como cuidar do que já existe é um bom indicativo de que saberemos melhor como tomar conta do que vem adiante, para evitar que a estatística de ‘filmes salvos’ contiinue tão baixa. Visite o Plano Geral e participe desta conversa, seus comentários e sugestões são muito bem vindos.
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